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| Árabes no Deserto. Estudo do Alcorão. Vasili Vasilievich Vereshchagin. |
2. Segundo o versículo 111 da quinta surata (Al-Mai’dah), “E quando inspirei aos discípulos: ‘Crede em Mim e em Meu mensageiro’; disseram: ‘Cremos, e testemunha que somos moslimes’.” (versão do Rei Fahd). Ou seja, isto seria Deus falando d’Ele e Seu “mensageiro”, Jesus Cristo, para Maomé (570-632).
3. Em idêntico versículo, porém na versão da FAMBRAS, lê-se “E de que, quando inspirei os discípulos, (dizendo-lhes): Crede em Mim e no Meu Mensageiro! Disseram: Cremos! Testemunha que somos muçulmanos.” — restando patente em pelo menos duas versões que são circuladas em países de língua portuguesa.
4. Noutros termos, o que o Alcorão diz é que, quando os discípulos, diante de Deus, pedem testemunho de que se assumem como muçulmanos, na verdade, pelo teor desse termo, querem estar entre aqueles que afirmam a unidade de Allah e que o Maomé é o único profeta. Portanto, estariam rejeitando a salvação em Jesus Cristo.
5. Quais foram os discípulos que disseram essas coisas? Há um contexto de convívio de Maomé com judeus e cristãos ao longo do que se observa na história corânica, melhor exposta por Padre Júlio Maria de Lombaerde (1878-1944) no livro “São Gabriel, Maomé e o Islamismo”, publicado pela Calvariae Editorial.
6. Todavia, em resumo, “Não chegando até Deus a religião de Maomé, não é uma religião divina. É obra de seu fundador, uma religião humana, em contradição com a religião divina.”, motivo pelo qual, “Logo, é uma religião falta” o islamismo, conforme o trabalho deste Missionário da Sagrada Família.
7. Mas para que ninguém se assuste com uma colocação assim, de um padre, ainda que possa ser imprescindível, recorreremos ao autor de “História das Heresias e suas Refutações”, Afonso Maria de Ligório (1696-1787), santo e doutor da Igreja Católica Apostólica Romana, acerca de tudo isso.
8. “Maomé, fundador dessa seita assassina, que infestou a maior parte do mundo cristão [...]” (pág. 205) “Proíbe discutir sobre o Alcorão e as Escrituras Sagradas: e esse foi um achado muito eficaz do Demônio para fazer e continuar fazendo um perpétuo massacre de muitas pobres almas [...]” (pág. 207).
9. De 1996 até 2026, diversos ataques com reivindicações muçulmanas corroboram o que o santo disse no livro, de que se fez de tudo para “[...] que as coitadas [daquelas muitas pobres almas] vivessem sempre na ignorância e, assim, permanecessem para sempre cegas e perdidas.” (pág. 207).
10. Quer dizer que todo muçulmano é terrorista? Evidentemente que não. Contudo, para eles, aquele trecho do Alcorão, de que os discípulos rejeitaram a divindade de Jesus Cristo para serem tidos como “moslimes”, profana a verdade salvífica! Claro que dirão: mas ser praticante do Islã significa se submeter somente a Deus.
11. Desta forma, os “discípulos”, conforme aquele versículo, pediram para Deus algo redundante sobre lhes serem submissos, que não tem outra razão, além de dizer que Nosso Senhor não era admitido como Salvador, mas tão somente um mensageiro, uma vez que não foi crucificado, como se vê no artigo Consenso Bíblico-Corânico?
12. Infelizmente os muçulmanos não respeitaram a cristandade e continuam profanando o que é sagrado aos católicos através do Alcorão, ou seja, de um texto dogmaticamente inalterável, donde se existe ao menos uma saída para isto, esta deverá ocorrer pela evangelização da interpretação corânica. Para referenciar esta postagem: ROCHA, Pedro. Discípulos Negam a Cristo pelo Islã? Enquirídio. Maceió, 26 abr. 2026. Disponível em https://www.enquiridio.org/2026/04/discipulos-negam-cristo-pelo-isla.html.
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