Anitta e a Hashtag do Showbiz

Quando uma classe inteira de pessoas sustenta uma opinião unificada é porque controle superior exerce influência sobre, principalmente no meio da arte, embora este Enquirídio não atribua como artístico estes produtos do showbiz, pois suas intenções prestam um desserviço aos valores éticos e morais por motivos óbvios. Recentemente, Anitta foi questionada por não apoiar uma determinada hashtag que correlaciona conteúdos difamatórios contra Jair Messias Bolsonaro, candidato à Presidência do Brasil, vítima de atentado terrorista em campanha.

A Epítome Ontológica Universal
Anitta em algum momento talvez fosse apenas uma jovem com desejo de sucesso, embora atualmente seja mero produto de subversão, uma vez que sua pseudo-música e coreografias remetem à vulgaridade e depreciação, sobretudo da mulher. Conforme já publicado neste Enquirídio, Sexo Vende, Porém...

Disto, idólatras da falsa heroína reclamaram sua adesão ao movimento difamatório de Jair Messias Bolsonaro, pedindo para subirem uma hashtag nas mídias sociais. Anitta logicamente consegue influenciar uma fatia considerável do eleitorado brasileiro, pois seus perfis, Instagram, Facebook, Twitter e YouTube possuem milhares de seguidores, respectivamente: 30,8 milhões; 13,5 milhões; 7,4 milhões; 9,9 milhões (computados no momento desta postagem). Mesmo uma banda de Heavy Metal de dimensão universal como Iron Maiden, apesar de possuir legião muito maior de verdadeiros fanáticos, jamais conseguiria superar a pseudo-cantora nestas plataformas onlines - talvez por seu público ter mentalidade menos virtualizada, mais realista.

Agora observe, antes de prosseguir ao desfecho desta postagem, alguns números de campanha digital. Perceba também a incoerência das empresas de pesquisa como Ibope e Datafolha. Tomando apenas como referência o Instagram, segue a quantidade de seguidores que possuem os perfis dos candidatos à Presidência do Brasil: Henrique Meirelles (28,8 mil); Cabo Daciolo (33,9 mil); Álvaro Dias (47,1 mil); Geraldo Alckmin (134 mil); Marina Silva (142 mil); Guilherme Boulos (193 mil); Fernando Haddad (341 mil); Ciro Gomes (393 mil); João Amoêdo (536 mil). Todos juntas totalizam 1.848.800 milhão de pessoas que seguem estas contas. Talvez o brasileiro realmente esteja alheio às preocupações nacionais, preferindo a opinião dos pseudo-artistas (alguns drogados, desequilibrados, condenados por agressão ou desvio de dinheiro como Fábio Assunção, Dado Donabela, Daniela Mercury, José Abreu dentre tantos), incluindo as respectivas influências ideológicas. Contudo, parece que alguém neste cenário está conseguindo fazer o impossível: atrair a atenção do eleitorado, principalmente por ser principal opositor do estamento burocrático que sistematiza o governo do país.

Jair Messias Bolsonaro, candidato à Presidência do Brasil, sobrevivente de atentado terrorista enquanto realizava campanha junto ao povo de Juiz de Fora - MG, assim como o ex-Governador de Pernambuco Eduardo Campos, vítima de acidente aéreo fatal num período próximo das eleições (quando certamente assumiu a liderança de intenções de voto em 2014), superando a união de todos os demais candidatos mencionados, possui apenas no Instagram 3,1 milhão de seguidores (computados no momento da postagem), número que impressiona e desacredita pesquisas de Datafolha e Ibope.

Existe, conforme se observa, pressão demais na política brasileira para excluir Jair Messias Bolsonaro, inclusive fisicamente, bastando relembrar o atentado em Juiz de Fora - MG. Mesmo a moça do "Bang" juntamente com sua legião de idólatras não escapou do lobby da hashtag da difamação e calúnia. Neste vídeo (link), talvez num momento de intimidade, uma vez que não aparenta estar produzida, desabafou sobre o resguardo das próprias opiniões, inclusive sobre a manutenção de amizades independentemente de orientações de esquerda ou direita. Declaração que não expõe sua intenção de voto, muito menos adesão em campanhas difamatórias e caluniosas. Contudo, horas depois, surge no G1 (link) uma manchete que compromete sua carreira, elevando a moral de outra pseudo-artista em substituição. Matéria recheada de apologia depreciativa, subversiva e aculturada. Logicamente, Anitta contou com uma ajudinha para contornar tal situação, recebendo de Daniela Mercury, comunista musicalmente declarada (link), desafio de apoiar a famigerada palavra-chave. Realmente, proposta desafiadora, implicando em apoio ao ódio por uma figura que somente existe no imaginário daquela militância.

Mesmo assim, Anitta, agora produzida e preparada pela assessoria de marketing, horas depois da publicação daquela manchete pelo site da Globo, resolve explicitar que não vota no candidato Jair Messias Bolsonaro (link), falando algo sobre atitude cotidiana no tocante ao racismo, preconceito, homofobia, minorias, finalmente apoiando, porém, apenas a utilização daquela hashtag, desafiando: Ivete Sangalo (23,7 milhões de seguidores no Instagram), alguém que não deverá se contradizer pela exposição de opinião política prestada em entrevista ao Amaury Júnior (link); Claudia Leite (14,6 milhões de seguidores no Instagram), imperatriz da antipatia, talvez possa se aproveitar desta situação, embora ainda deva 1,2 milhão aos cofres públicos por utilização irregular de verba recebida através da Lei Rouanet (link); Preta Gil (6,2 milhões de seguidores no Instagram), apesar de dizer ter arcado financeiramente com certos custos da festa de casamento que deu (visando ostentar quase exclusivamente), recebe do próprio ex-Ministro da Cultura (durante o governo do ex-Presidente Luiz Inácio, preso por corrupção e lavagem de dinheiro), Gilberto Gil, análise no mínimo controversa ao afirmar que não teria a filha condições de pagar a quantia de aproximadamente 2 milhões, desembolsada como presente pelos convidados (link), apesar de suspeita de captação via Lei 8.313/91, produção legislativa que deveria, dentre outras coisas, "preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro [para] construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos". Desta forma, talvez o Brasil não tivesse seu Museu Nacional reduzido a cinzas.

Infelizmente a Nação está substituindo seus heróis por vilões. Anitta poderia até ser heroína, mas acha que ter atitude é dançar mostrando as nádegas ao público, incentivar a criminalidade e ostentar aquilo que seu público jamais poderá adquirir. Talvez ela nem concorde com certas coisas que lhe obrigam a fazer, embora não possa negar hipocritamente não ter procedido daquela ou doutra maneira. Portanto, alienada, torna-se produção do showbiz, replicando opiniões sobre coisas que não compreende, apesar da pouca idade (nascida em 1993) e ausência de outros conhecimento mais substanciais. Evidentemente, aqueles que conhecem Larissa de Macedo Machado sabem que ela possui formação em marketing, disciplina que infelizmente vem balizando a política brasileira, lançando produtos anualmente como Valerioduto, Mensalão, Petrolão, Tiplex, Sítio de Atibaia, Morte de Celso Daniel dentre tantos que atingiram a maturidade no ciclo de vida em pouquíssimo espaço de tempo. Enquanto alguns bebem em fontes como Aristóteles, Hobbes, Montesquieu, Locke, Kant, Bobbio no fito de conhecerem as prerrogativas do Estado, outros preferem o livrinho do Kotler por ausência de "briu" (link).

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