Transformando o Vilão em Herói

Tornar o vilão em herói é a principal ocupação das mentalidades subversivas que possuem acesso, direta ou indiretamente, quase irrestritamente aos mecanismos para propagação ideológica. Desta forma, relativizam conceitos essenciais que consolidam as perspectivas éticas e morais da conduta humana e generalizam as exceções, porém, quando convenientes à pseudo-causa que tanto buscam sustentar, embora apenas estejam dividindo e conquistando sistematicamente a Nação aos pressupostos da tirania e totalitarismo do comunismo.

A Epítome Ontológica Universal
Luiz Inácio, depois de subverter os sindicatos e convertê-los no Partido dos Trabalhadores - PT com logística e instrumentalização comunista exterior (lembrando que isto ocorreu durante o governo do General João Figueiredo), levou apenas 22 anos para ascender à Presidência da República Federativa do Brasil. Através da intercalada estratégica (realizada com Dilma Rousseff), pretendia o petista alcançar novamente a chefia do país nestas eleições de 2018, perdurando até 2023 (dependendo da aplicabilidade da nova regra após "reforma política" de 2013). Segundo Yuri Bezmenov (link), ex-KGB, seria este tempo o suficiente para converter o Brasil ao totalitarismo soviético.

Yuri Bezmenov, além de descrever com minúcia o modus operandi da implementação socialista ou comunista, antecipou que levaria apenas 20 anos para concluir este processo subversivo numa Nação, tempo exato para educar uma geração inteira - agora você entende porque as pessoas, principalmente os adolescentes e jovens adultos, nascidos durante o governo petista, possuem adesão fanática ao símbolo deste partido. Apenas para remontar a necessidade absurda de perpetuação no governo pelo Partido dos Trabalhadores - PT, quando a Operação Lava Jato identificou Luiz Inácio nos esquemas de corrupção que envolvia empresas estatais e privadas, Dilma Rousseff o nomeou Ministro da Casa Civil, concedendo foro privilegiado para livrá-lo da jurisdição do Juiz Sérgio Moro, uma vez que contavam com maioria do Superior Tribunal Federal - STF (competente exclusivo para investigá-lo a partir daquele instante) para inocentá-lo de quaisquer acusações. Felizmente o plano falhou!

Depois de suspensa a nomeação de Luiz Inácio como Ministro da Casa Civil pelo Ministro Gilmar Mendes do Supremo Tribunal Federal - STF, devolvendo a investigação sobre o envolvimento do ex-presidente com esquemas de corrupção ao Juiz Sérgio Moro, Dilma Rousseff acabou sofrendo Impeachment (impedimento) pelo Congresso Nacional poucos meses depois. Apesar disto, seguiam os petistas confiantes para retomarem o poder nestas eleições de 2018, intensificando suas campanhas junto aos aliados políticos para subverterem a religião, cultura, esporte, educação etc.

Finalmente, ainda neste ano, Luiz Inácio teve prisão decretada e reconhecida pela última instância constitucional, ficando posteriormente inelegível para disputa presidencial. Curiosamente seu opositor mais destacado, Jair Messias Bolsonaro, candidato aclamado pela população, sofreu um grave atentado terrorista, praticado pelo réu confesso Adelio Bispo de Oliveira, militante da esquerda com ligações claras ao crime organizado pelos partidos socialistas e comunistas que ainda atuam no país, sobretudo o Partido Socialismo e Liberdade - PSOL.

Mesmo roubando dinheiro da Nação e deixando nítida margem de mentoria intelectual para ações criminosas (existem listas quase infindáveis que remetem aos petistas como principais mandantes, incluindo a morte do correligionário Celso Daniel - vale muito a pena pesquisar acerca desta verdadeira queima de arquivo), Luiz Inácio é considerado herói nacional pelos militantes do Partido dos Trabalhadores - PT, embora não exista absolutamente nada de concreto a respeito de melhorias realizadas no país, além da manutenção do subdesenvolvimento.

Transformar vilões em heróis é estratégia de marketing. Filmes e séries, principalmente em originais Netflix, buscam retratar o ruim como bom quando descontextualizam as circunstâncias e relativizam as intenções para justificarem um personagem delinquente num simples exemplo controverso de pessoa, conduzindo o espectador à subversão dos valores éticos e morais. Desta forma, Frank Underwood, Don Corleone ou Pablo Escobar (este realmente existiu) se tornam ídolos aclamados. Apesar de parecer improvável, culturas de massa são ultra moduladoras.

Relativizando a ficção, embora com traços de realidade, permite relativizar a realidade, porém com traços de ficção. Além disso, maioria da população brasileira se encontra no ócio intelectual, sendo suscetíveis a repetição do discurso à consequente reprodução inconsciente, ficando fácil aos petistas, compreendendo os mecanismos de comunicação (lembrando que maioria dos militantes são jornalistas, publicitários, professores etc.), produzirem uma imagem coletiva de Luiz Inácio como alguém sob perseguição.

Confúcio dizia que quando o significado das palavras são perdidos, também perdem as pessoas a liberdade. Infelizmente esta é a triste realidade brasileira. Enquanto um político sem qualquer indício de corrupção, exemplo de patriota, servidor do Estado, esperança de mudança nacional para milhares de brasileiros, encontra-se hospitalizado pelo terrorismo ideológico praticado contra sua pessoa; Luiz Inácio, preso, condenado em todas as instâncias judiciais, compactuante de ditadores como Nicolás Maduro, continua sendo retratado como vítima, digno de Adelio Bispo e a Insanidade Marxista.

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