Ameaça Judaica ao Cristianismo Via Protestantismo

Recentemente - talvez alguns leitores não compreendam de início - ficou evidente que algumas igrejas protestantes estão tentando se aproximar do judaísmo, adotando costumes, ostentando símbolos e introduzindo vocábulos daquela cultura no Brasil. Entretanto, apesar do já preocupante movimento de conversão, parece que muitas destas orientações cristãs não utilizam os ensinamentos do Novo Testamento, levando em consideração apenas o Antigo Testamento. Pareceria um nítido e redundante protesto ao catolicismo se também não incomodasse outros evangélicos.

A Epítome Ontológica Universal
Acontece que quando uma igreja ou orientação protestante se resume no Velho Testamento, revoga tacitamente o cristianismo ao abandonar sua essência, contida necessariamente no Novo Testamento. Mesmo a figura do Nazareno é ocultada em determinados cultos, sobrando ao leitor questionar a respeito do objetivo oculto nisto tudo.

Quando alguns protestante se atêm ao Velho Testamento, pregam o Tanakh, conjunto de livros, incluindo a Torá, também conhecido por Cinco Rolos (Pentateuco), tradicionalmente seguido pelo judaísmo, religião que abnega a figura de Jesus Cristo enquanto messias e exclui seu anunciamento pelas profecias.

Mesmo os muçulmanos atribuem maior relevância ao Mestre em comparação ao pouco apreço despendido pelos judeus ao falarem de Jesus Cristo, mesmo assim negando sua natureza messiânica. Sabendo disto, convém observar e questionar os verdadeiros motivos pelos quais algumas designações protestantes somente propagam o Tanakh, incluindo a disseminação da cultura judaica, embora ainda insistam em se proclamarem puramente cristãs.

Advertências variadas sobre os judeus foram historicamente legadas por grandes teólogos. Embora católico, Tomás de Aquino fez críticas severas ao modus operandi deste povo. Mesmo Martinho Lutero, considerado figura central na reforma protestante, ficou rotulado por antissemita enquanto crítico da perspectiva judaica germânica no âmbito da teologia, naquela ápoca bastante importante. Atualmente, resta ao Enquirídio alertar para possível descaracterização da fé consubstanciada com manobras de conversão massiva pela liderança evangélica.

Evidentemente, alguns defenderão o judaísmo pelo modelo de fé judaico-cristão como sistemas dependentes. Seria realmente interessante indagar aos judeus se também pensam reciprocamente num conceito "cristão-judaico" ou se simplesmente o excluem por saberem que precederam qualquer religião fundamentada nos ensinamentos de Jesus Cristo, posteriormente edificados pela Igreja de Pedro. Lógico que não pretende este Enquirídio julgar tal questão, apesar de suspeitar de possíveis interesses subversivos em determinadas doutrinações evangélicas.

0 comentário(s):

Postar um comentário